Memória Afetiva

Inconscientemente, a decoração da nossa casa reflete muito do que somos e do que gostamos. E essas preferências aliadas à nossa memória afetiva resultam no que chamamos de “lar”. O estilo emocional está ligado à memória afetiva do cliente, e conta com a utilização de peças antigas ou que contem uma história, como objetos de viagem ou de família. Vale também utilizar peças em estilo antigo, ainda que sejam novas.

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Imagem: http://www.lojaskdblog.com.br/blog/2012/10/05/colecoes-expostas-e-decorativas/#.UbiMfpzis0I

As tendências de decoração, que mudam a cada temporada, estão aí para nos ajudar a decidir o que mais combina com o nosso gosto pessoal. Entre tantas opções de design de interiores, muitas pessoas vão à busca de algo mais exclusivo, sofisticado e particular. É aí que entram as fotografias, um móvel antigo que é herança de família, objetos que tenham significado e tragam recordações.

44410_614526081895591_235998465_nImagem: http://www.2badm.com.br/images/44410_614526081895591_235998465_n.jpg

 Outra maneira de descrever a tal “decoração emocional” é que ela faz com que tenhamos vontade de ter objetos que falam um pouco da nossa história, nossos sonhos, nossas lembranças. São pequenos detalhes que fazem com que a gente se sinta intimamente ligada aquele cantinho da nossa casa, mas para compor uma casa cheia de histórias e recordações, sem perder o estilo, é preciso planejar o espaço da residência a ser ocupado por um móvel ou objeto herdado.

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Para a arquiteta Carolina Rosseau, o segredo é experimentar. “Devemos criar e recriar situações com diferentes peças da casa, e não simplesmente jogá-las fora por falta de espaço. Muitas delas têm uma originalidade e um valor afetivo muito forte”, diz.

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 “Peças antigas devem ser protagonistas no ambiente, pois elas conferem memória à casa”, afirma o designer de interiores Roberto Amaral da Cunha. Mas ele orienta que a pessoa tenha o cuidado de não exagerar na quantidade de elemento em um mesmo espaço, pois antiguidades podem carregar o cenário da casa. “Por se tratarem de peças muito ricas em formas e detalhes, essas heranças familiares devem servir para dar movimento e uma nova dinâmica à casa, e não sobrecarregá-la de informação visual”, afirma.

Fonte:

http://www.gazetadopovo.com.br/viverbem/casaedecoracao/conteudo.phtml?id=1198164&tit=Memorias-afetivas

http://www.decoracaocomdesign.com/

http://hausengenho.com.br/site/

http://www.2badm.com.br/